Amigos leitores do blog. Acabei de chegar da ALLTV, depois de mais uma apresentação do NOL e minha amiga e companheira de bancada Ana Laura Fazoli me surpreendeu com uma notícia estarrecedora: o tradicional Liceu Coração de Jesus, no centro de São Paulo, pode fechar as portas no ano que vem. E o motivo: drogas!
Vou explicar. Fundado em 1885, o Liceu Coração de Jesus tem tido problemas com a presença constante dos “noias” no entorno na instituição, que fica na cracolândia, área degradada do centro de São Paulo, espantando alunos novos e, há pelo menos oito anos, motivando transferências de estudantes, segundo reportagem publicada na edição da última quarta-feira da Folha de São Paulo.
De acordo com o texto, o problema é tão grave que o colégio, que ocupa uma área de 17 mil m2, tem hoje só 288 alunos – há 30 anos eram 3 mil. A partir do ano que vem, a situação vai piorar, pois o colégio encerrará as atividades do ensino médio matutino. Em 2008, foi fechado o fundamental vespertino. Há três anos, os cursos superiores e, há oito, não existe mais aquele que foi o primeiro curso de ensino médio noturno da cidade, onde estudaram nomes como Monteiro Lobato e Grande Otelo.
Enfim, amigos, este é o retrato da nossa sociedade. Enquanto as pesquisas apontam que aumenta cada vez mais o número de crianças e adolescentes envolvidas com as drogas, diminui a freqüência de alunos nas escolas, chegando ao ponto de fechar as portas de uma das mais tradicionais escolas de São Paulo. Como eu disse, as drogas estão vencendo a educação.
E o que podemos fazer? Alguém tem alguma sugestão?
Olá amigos! Faz tempo que não atualizo este blog, mais de dois meses, mas realmente o dia-a-dia nos deixa meio atordoados e, com essa mudança brusca na rotina, ainda preciso me acostumar, acreditem!
Mas venho aqui pra comentar o lançamento do novo CD da Shakira. Intitulado “She Wolf”, a minha musa pretende, com este novo álbum, modernizar o seu som, colocando mais eletrônicos nas músicas. De antemão, já fico com um pé atrás, já que vai soar como “modinha”, que Shakira se rendeu à onda das estrelas norte-americanas, do tipo Black Eye Peas, Akon e Fergie.
Mas, para não ser parcial na coisa, resolvi fuçar na internet para saber a opinião de outros formadores de opinião. Eis que encontro a opinião de Davide Pinheiro, um colunista musical do Diário Digital de Portugal, que diz o seguinte: “Ao escolher John Hill como parceiro na produção e composição, Shakira foi à procura de um som contemporâneo a que realmente nunca teve acesso ou esteve ligado. Mesmo que o ato encerre algum oportunismo, a opção foi certeira.”
Entre outros comentários, o colunista disse também que, no novo álbum, “arranca para uma etapa de sedução inteligente”. Sim, Shakira está ainda mais sedutora, basta assistir ao clipe da música que leva o nome do CD (veja abaixo). O meu receio é que ela pareça oferecida demais, e as pessoas a coloquem no mesmo patamar daquela vadiagem norte-americana.
Enfim, a colombiana está arriscando muito em seu terceiro CD gravado em inglês. É um perigo, mas que ela parece estar gostando de correr. Tem uma pequena entrevista dela para o jornal Destak, também de Portugal. Acompanhe clicando aqui.
O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou na última sexta-feira, dia 14, que a política econômica brasileira superou um grande teste, referindo-se à crise financeira internacional.
Conforme Meirelles, a situação comprova que a expansão experimentada pelo país nos anos anteriores não era fruto apenas da expansão benigna do mundo. Durante muitos anos se questionou se o Brasil crescia ancorado apenas nas condições mundiais favoráveis, lembrou.
“Então o teste veio. Preferíamos ter tido um teste mais suave. Mas ele veio e o sistema se manteve ancorado e sustentado em bases sólidas”, disse Meirelles, na abertura do seminário sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária, em São Paulo.
O presidente do BC também avaliou que os bancos privados, em algum momento, terão de seguir os públicos no sentido de ampliar a oferta de crédito e reduzir a taxa de juro. Indagado sobre se os juros cobrados pelas estatais seriam “insustentáveis”, como disse o presidente executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, Meirelles disse que não. “Nós não temos a informação, até o momento, de que haja bancos praticando taxas insustentáveis”.
Mas será mesmo que o Brasil passou no teste? Meu medo é que todo esse crédito que o governo brasileiro deu a diversas empresas, seja cobrado mais para frente… E nem acho que seja tão longe assim, pois o ano de eleição está aí e o governo precisa arrecadar.
Até porque o próprio Henrique Meirelles é o candidato do Presidente Lula para ser o governador de Goiás…