
Amigo leitor! Já ouvi diversas histórias de proibição de beijos em bares, restaurantes, casas noturnas, locais de espetáculo e derivados, mas todos tinham algo em comum: eram lugares fechados e de propriedade particular, ou seja, o dono pode impor a regra que quiser.
Mas esta aqui eu garanto que foi a primeira vez que vi. O prefeito de Guanajuato, Eduardo Romero Hicks, provocou uma grande polêmica no México ao proibir “beijos apaixonados” na cidade, desencadeando a indignação dos moradores.
Segundo a nova legislação, os “beijos olímpicos” em vias públicas passam a ser castigados com penas de até 36 dias de prisão e US$ 107 de multa. Os moradores criticaram a decisão por considerar que ela fere as liberdades individuais.
Após a polêmica provocada, o prefeito Romero Hicks tentou acalmar os ânimos, destacando que as pessoas poderão se beijar livremente nas vias públicas e que só serão punidos os beijos que ele definiu como “agarrões olímpicos”.
“[Um agarrão olímpico] é aquele em que se tocam partes íntimas das pessoas”, afirmou o prefeito, que beijou sua esposa na frente da imprensa, para mostrar que a lei apenas irá punir os beijos considerados obscenos.
Mas então essa lei do prefeito mexicano acaba “nascendo morta”, pois, pelo que eu entendi sobre o “beijo olímpico”, este ato já pode ser considerado um verdadeiro atentado ao pudor. Se há o toque em “partes íntimas das pessoas”, como disse o prefeito, isso é muito mais do que um beijo, concorda?
Abração!
Tags: atentado ao pudor, beijos apaixonados, beijos olímpicos, Guanajuato, México, partes íntimas, polêmica, proibição
20/01/2009 às 17:26 |
Tendo outras coisas para proibir, o cara vai proibir o que todo mundo gosta de fazer: BEIJAR MMMUUUIIITTTOOOO!!!
Ah se essa moda pega… Apesar que nunca beijei ninguém até o presente momento. Acreditem quem quiser.
20/01/2009 às 19:22 |
Nossaaaaaaaaa, fala sério!
03/02/2009 às 13:17 |
Isso me fez relembrar minha época de universitário, na Faculdade de Direto da Universidade Mackenzie, que o beijo na pracinha na frente do famoso prédio 3 (Prédio da Faculdade de Direito) era proibido!! Uma curiosidade da Cidade de Guanajuato: Os astecas a chamavam “Paxtitlan”, o que quer dizer “palheiro”, mas o nome popular vem da língua purépecha. “Quanaxhuato” quer dizer “lugar cheio de rãs”, eu acho que quando o Prefeiro promulgou esta Lei, estava pensando em pererecas…heheheh.