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O Brasil passou por teste???

17/08/2009

henrique

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou na última sexta-feira, dia 14, que a política econômica brasileira superou um grande teste, referindo-se à crise financeira internacional.

Conforme Meirelles, a situação comprova que a expansão experimentada pelo país nos anos anteriores não era fruto apenas da expansão benigna do mundo. Durante muitos anos se questionou se o Brasil crescia ancorado apenas nas condições mundiais favoráveis, lembrou.

“Então o teste veio. Preferíamos ter tido um teste mais suave. Mas ele veio e o sistema se manteve ancorado e sustentado em bases sólidas”, disse Meirelles, na abertura do seminário sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária, em São Paulo.

O presidente do BC também avaliou que os bancos privados, em algum momento, terão de seguir os públicos no sentido de ampliar a oferta de crédito e reduzir a taxa de juro. Indagado sobre se os juros cobrados pelas estatais seriam “insustentáveis”, como disse o presidente executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, Meirelles disse que não. “Nós não temos a informação, até o momento, de que haja bancos praticando taxas insustentáveis”.

Mas será mesmo que o Brasil passou no teste? Meu medo é que todo esse crédito que o governo brasileiro deu a diversas empresas, seja cobrado mais para frente… E nem acho que seja tão longe assim, pois o ano de eleição está aí e o governo precisa arrecadar.

Até porque o próprio Henrique Meirelles é o candidato do Presidente Lula para ser o governador de Goiás…

Vamos aguardar!

Abração!

Mais 1,5 milhão de empregos??? Onde???

14/01/2009

crise

No último post de 2008, eu pedi de coração para que nós, brasileiros, esquecêssemos esta maldita crise e trabalhássemos para que a coisa pudesse mudar. Pois é, amigo leitor do blog, ainda continuo querendo isso, que a gente trabalhe para que a crise diminua… Mas parece que as indústrias não querem!

Deu na capa do Diário do Comércio de hoje: “Maior desemprego industrial é aviso prévio para a economia”. Na matéria diz que, segundo dados de novembro, o emprego na indústria caiu 0,6%, a maior retração em oito anos. E todo mundo sabe que, sem emprego, cai o consumo… Ou seja, mais desemprego.

E não é só isso! Conversei com amigos que trabalham em uma metalúrgica de médio porte perto de casa e eles me falaram que a empresa mandou 110 funcionários pro olho da rua em dezembro e vai diminuir o salário de todos os que ficaram em 15%. Ou seja, se o trabalhador ganha R$ 1 mil (o que já é luxo perto da média), ele vai passar a ganhar R$ 850. Ah, não aceita a redução de salário? Rua…

Aí, no mesmo dia recebo um e-mail da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (ui, que chique) dizendo exatamente assim: “o Brasil deverá gerar 1,5 milhão de novas vagas em 2009, segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. ‘O Brasil está passando pelos efeitos da crise. Em janeiro a situação se estabiliza e em março volta o crescimento’, avalia.”

Agora vem a pergunta: quem está com a razão? Os fatos retratados em números ou o “achismo” do ministro Carlos Lupi? A crise pode não afetar os pequenos e médios empresários, mas os grandes, que dependem da economia sólida para manter a empresa a todo vapor, gerando emprego e renda para o país.

É, amigo leitor, acho que me enganei… Vamos começar a se preocupar sim! Estamos mesmo caminhando para uma crise sem precedentes… Tem gente achando que pode ser até pior que a famosa crise de 29… Vai saber!

A propósito: onde estão os 10 milhões de empregos prometidos por um certo presidente? Só pra saber…

Abração!

Bateremos a marca de R$ 500 bi de impostos!!

01/07/2008

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai marcar amanhã, próximo das 7h10, R$ 500 bilhões em impostos municipais, estaduais e federais pagos pelos brasileiros desde 1º de janeiro deste ano. No ano passado este valor só foi alcançado 20 dias mais tarde, em 22 de julho, conforme divulgado pela entidade.

Para o presidente da ACSP, Alencar Burti, o aumento da velocidade do impostômetro demonstra que há recursos suficientes e não é preciso a criação de novos impostos, como a Contribuição Social para a Saúde (CSS). “Somando os sucessivos recordes de arrecadação com a disposição do governo em reduzir despesas, não há motivos para a aprovação da CSS pelo Senado. Somente a arrecadação federal, até o mês de maio deste ano, somou R$ 271 bilhões, o que representa um aumento de 11% sobre o mesmo período de 2007″, disse.

Até o final deste semestre, o aumento da arrecadação federal deverá ser da ordem de R$ 35 bilhões, bem próximo dos R$ 36,49 bilhões arrecadados com a CPMF em 2007. Até o fim deste ano, a arrecadação federal deverá superar a de 2007 em duas CPMFs, o que comprova que não há necessidade da criação de uma terceira CPMF.

A estimativa da ACSP é que o impostômetro ultrapasse, pela primeira vez, a marca de R$ 1 trilhão até o fim do ano. Em 2007 foram marcados R$ 921 bilhões; em 2006, R$ 812,7 bilhões; e em 2005, ano da inauguração do painel, R$ 731,8 bilhões.

E depois vem aquele barbudinho com nome de molusco dizendo que não tem dinheiro, que precisa de mais dinheiro pra saúde e toda aquela baboseira que já estamos cansados de ouvir. O mais engraçado é que ele chora por não ter dinheiro pra saúde, mas aumenta o “bolsa-esmola” em pleno ano eleitoral…

Com informações do site Invertia.

Abração!